Durante os últimos dois anos, participei no projeto Erasmus+ “Effect of the life of Anne Frank on social inclusion today”, que abordava temas como os Direitos Humanos, a vida dos Judeus durante o Holocausto Nazi e a Segunda Guerra Mundial.

Na minha opinião, os projetos Erasmus+ enriquecem a cultura dos intervenientes, pois exploram temas adequados às diferentes idades e de acordo com a matéria dos anos letivos envolvidos.        

No meu caso, pude aprofundar um pouco mais estes temas, visto que já demonstrava anteriormente uma certa curiosidade e interesse. No geral, penso que todos os alunos e professores envolvidos beneficiaram com esta nova experiência.

Quanto às atividades que realizamos, as mais impactantes foram, sem dúvida, as mobilidades a países europeus. Eu não tive o prazer de experienciar uma mobilidade, no entanto, ajudei a prepará-las, em conjunto com os meus colegas, e até apresentei uma exposição, isto é, fui guia da exposição “Ler e Escrever com Anne Frank”, que esteve em exibição na nossa escola, a Escola Básica de Agrela e Vale do Leça, e que foi cedida pela Casa de Anne Frank, em Amesterdão.

Fiquei triste quando, em março deste ano, não pudemos receber os nossos parceiros em nossa “casa”, devido à situação pandémica que ainda vivenciamos. Vinham da Bélgica, da Polónia e da Holanda e estavam previstas atividades que iam desde uma exposição, que seria realizada pelos alunos com o apoio da Fundação Aristides de Sousa Mendes, visitas a Museus, à Sinagoga do Porto, à cidade de Lamego e até uma ida ao surf, para descontrair e estabelecer relações de empatia com os nossos amigos europeus.

Para concluir, avalio a experiência de participação em projetos Erasmus+ como excelente, tanto a nível individual como a nível comunitário e espero poder voltar a participar em outros projetos deste género. 

Afonso Sousa, n.º1, 9B, EBAVL