No dia 22 de outubro, saímos da escola e fomos para o Porto num autocarro da Câmara Municipal de Santo Tirso, passando na ponte Arrábida em direção à Afurada. Quando lá chegamos, lanchamos e tiramos fotos com a bióloga Sofia Tavares, monitora da Fundação para a Proteção dos Animais Selvagens (FAPAS), que nos cedeu binóculos e um telescópio para as nossas observações.

Entramos no Centro Interpretativo da Reserva Natural Local do estuário do Douro. Vimos vários painéis com muitas informações sobre o estuário, a constituição das aves, tipos de bicos e de caudas. Dirigimo-nos para o observatório, onde vimos gaivotas-de-asa-escura, gaivotas brancas, gaivotas juvenis (malhadas), garças brancas, garças-reais, um peneireiro comum (falcão), corvos-marinhos e guinchos. Ficamos a saber que lá passam aves migratórias vindas do norte da Europa para se alimentarem, descansarem e continuarem a sua jornada para clima mais quente em África. As outras chamam-se aves residentes.

Voltamos para o autocarro, seguindo pela margem esquerda e passamos por uma roda gigante.

Atravessamos a ponte D. Luís para a margem direita e paramos junto à ribeira da Granja, afluente do Douro.

Caminhamos por uma ponte pedonal, vimos patos-reais, um pato-mudo fugitivo, uma alvéola cinzenta, taínhas e um plástico na água.

Olhamos para o rio e vimos o ilhéu do Frade e observamos muitos mais corvos-marinhos. O Luís, entretanto, foi “atacado” por uma gaivota.

Adoramos sair com os nossos amigos, porque aprendemos muito e divertimo-nos. Foi a Associação dos nossos pais, com o seu patrocínio, que nos permitiu realizar esta atividade maravilhosa!

 

Edgar Alves, Mara Devesa e Isabel Lima (3.º Ano, Turma AG1-3, E.B. Campinhos – Agrela)