O dom de ser livre,

De viver sem temer

A fuga de uma prisão de vidro

Com todas as portas abertas

É deixar-se voar alto,

Viajar com o vento no céu cobalto.

 

O dom de libertar-se

É um caso de amor à própria vida.

De negar ser escravo do cativeiro

E cativo da escravidão,

Recusar dizer sim

Quando se quer dizer não.

 

O dom de ter liberdade,

De acreditar nas próprias causas

É ter asas, não correntes!

É ter possibilidades, não censura!

Ter força para detonar barreiras,

Ser livre para sonhar, lutar, alcançar.

 

Érica Fernandes, 10º. C